terça-feira, 10 de março de 2009

O Renascimento


Como prometido, mando a vocês em ordem de apresentação as imagens discutidas em sala de aula para uma análise mais tranqüila.
Lá embaixo estão alguns dos postulados de Copérnico inseridos no contexto do Renascimento Científico.




(A primeira imagem, lembrem-se, trata-se de uma representação medieval de pintura para comparação com as imagens propriamente renascentistas.)






(Giotto, no período conhecido como Trecento)




(Donatello)



(Botticelli)





(Raffaello)


(Michellangello)

(Leonardo Da Vinci)

O Renascimento Científico

O Sistema de Copérnico

A concepção de Universo proposta por Nicolau Copérnico (1473-1543)), deslocando a Terra para uma posição secundária no sistema solar, e contestando o sistema ptolomaico, resultaram em viva reação dos meios eclesiásticos. Para a Igreja, a Terra, enquanto habitat da suprema criação de Deus, não podia estar localizada em região periférica. O documento a seguir apresenta alguns dos postulados copernicanos.

1- Não existe nenhum centro de gravidade de todos os círculos ou esferas celestes.

2- O centro da Terra não é o centro do Universo, mas tão somente da gravidade e da esfera lunar.

3- Todas as esferas giram ao redor do sol como de seu ponto médio, e, portanto, o sol é o centro do Universo.

4- A razão entre a distância da Terra ao sol e a altura do firmamento é a tal ponto menor que a razão entre o raio da Terra e a distância desta ao sol, que a distância da Terra ao sol é imperceptível, se se a compara com a altura do firmamento.

5- Todo movimento aparente que se percebe nos céus provém do movimento da Terra, e não de algum movimento do firmamento, qualquer que seja.

6- O que nos parece movimento do sol não provém do movimento deste, mas do movimento da Terra e de nossa esfera, junto com a qual giramos em redor do sol, o que acontece com qualquer outro planeta.

7- O movimento aparentemente direto e retrógrado dos planetas não provém de seu movimento, mas do da Terra. Por conseguinte, o movimento da Terra basta por si mesmo para explicar as aparentes anomalias dos céus.

Abraços!

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